Nome completo: Fábio Carneiro Leão Terra
Data de nascimento: 10/04/1973 Naturalidade: Ribeirão Preto – SP
Como se interessou pela música: Viu seu pai tocando Beatles no violão e aí a coisa desandou.
Instrumento: Guitarra 6 cordas, Guitarra 12 cordas, Violão Nylon e Aço, Folk Guitar, Viola 10 cordas, Steel Guitar e um pouco de Piano.
Outras bandas: Inverno Russo, Absurd Shelter, General Lee, Fabio Corvo e os Malditos do Cerrado
Ídolos: Syd Barret, Heman Hesse e Ezra Pound, Eric Clapton, Warren Haynes, Duane Allman, Doyle Brambaham II
Heróis: Bob Dylan, John Lennon, Jimmy Hendrix, Rimbaud
Preferências musicais: Allman Brothers, Beatles, Led Zeppelin, Rolling Stones, Lynyrd Skynyrd, Gov’t Mule
O que não pode faltar no palco: Rum com Coca-Cola e um amp no 10!!!! Hobby: Cinema, livros e revistas de “mulheres peladas”
Frase: “Vamos embora como sangue na veia.”
Saiba um pouco mais sobre Fábio "Corvo" Terra
Fábio Terra (guitarra e voz), também conhecido como “Corvo” é o principal compositor do Bando, um músico eclético e criativo que tem como base do seu som, o blues e o rock setentista. Fanático por Jimmy Hendrix e Stevie Ray Vaughan, além de bandas como Free, Allman Brothers e Lynyrd Skynyrd, tem um estilo altamente agressivo que se contrapõe com momentos extremamente melódicos, como pode ser ouvido nos solos das musicas “Como Ser Feliz Ganhando Pouco”, “ Quando Eu For Embora” e “ Eu Não Preciso ira Ao Médico”
Integrou bandas na adolescência, com os mais variados estilos até encarar a música com mais seriedade fundando bandas importantes na cidade de Campo Grande e região, como o Inverno Russo, Absurd Shelter, e o General Lee. além de nervosas guitarras, alia às suas influências a Folk Music de Bob Dylan, Chet Atkins, e mais a música regional de Paulo Simões, Geraldo Roca e Almir Sater, onde vem moldando um estilo único que tenta sair da mesmice que é a guitarra em geral, cheia de solos e convenções que se tornam clichês quase que obrigatórios e insuportáveis” como ele mesmo diz. A esses elementos ainda vem trabalhando com bastante ênfase o slide guitar, principalmente o estilo de Duane Allman, Warren Haynes e medalhões do blues como Muddy Waters
“Acredito que seja muito importante ter um repertório próprio, compor músicas e divulgarmos esse material. Neste sentido, O Bando do Velho Jack evoluiu muito. No nosso primeiro disco havia poucas músicas próprias. No Bicho do Mato, das 12 canções, 11 foram compostas por nós. Hoje estamos mais ousados e corajosos, buscando uma sonoridade mais crua e experimental”.
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